Dicas para comprar um carro usado e evitar ser enganado

Planeia comprar um carro usado? Venha conhecer algumas dicas para não correr o risco de ser enganado na compra de um carro usado.

Carros usados

Comprar um carro usado é, não raras vezes, uma aventura em direção ao desconhecido. Quilómetros adulterados, peças em alto estado de deterioração, pintura com traços de spray e/ou ferrugem são algumas das coisas que vendedores pouco zelosos tentam esconder, mas há formas de evitar que seja enganado.

Como? Pegue no bloco de notas e prepara-se para apontar as dicas que temos para que não corra o risco de ser enganado na compra de um carro usado.

Dicas para não ser enganado na compra de carro usado

1. Comprar sempre a profissionais qualificados (stands)

Apesar do impulso para procurar um carro usado em marketplaces, páginas de redes socias ou através de um amigo de um conhecido, é algo que não deve fazer de forma a evitar ser enganado, uma vez que além de não ter garantias, muito provavelmente vai desconhecer a origem e verdadeiro estado da viatura que pretende adquirir.

Por isso, opte sempre por comprar um carro usado junto de profissionais/stands credenciados que além de recondicionarem o carro ainda têm políticas de retoma que lhe permitem poupar dinheiro com a entrega do seu carro antigo na altura da compra.

Esse é o caso do stand virtual Pisca Pisca que não só lhe oferece uma variada gama de carros usados para todos os tipos de combustível, idade e preço, como garante que todos os automóveis dos seus stands parceiros são certificados e têm sempre garantia.

2. Verifique atentamente o estado do carro usado que pretende adquirir

Para que não compre “gato por lebre”, é importante estar muito atento ao estado do carro usado que pretende adquirir, especialmente se o pretender comprar a um particular.

Apesar de saber de antemão que se trata de um carro usado e que nem tudo estará tal e qual como um carro acabado de sair do fabricante, comece por atentar na pintura. Ainda que não seja regra, uma pintura descurada pode indicar um carro em mau estado.

Verifique, com luz natural, se há partes da pintura “comidas pelo sol”, marcas de “demãos” de spray em cima da tinta original (notará um tom mais fosco que contrasta com a cor original) e, sobretudo, marcas de ferrugem. Quando a pintura denota marcas de ferrugem (bolhas, por exemplo), é sinal de que além de ter de gastar dinheiro numa pintura nova, também vai ter de abrir os cordões à bolsa com um bom chapeiro.

Para além da atenção à ferrugem, procure verificar se os pedais estão ou não desgastados (notas de desgaste podem estar associadas a condução abusiva) e se os vidros, o ar condicionado e o sistema de som estão a funcionar devidamente.

Ligue o carro e veja se, nesse momento, alguma luz do painel de instrumentos que indica falhas de bateria, óleo ou ABS, por exemplo, fica acesa. Quando ligar o motor para fazer o normal test drive, procure estar atento a um possível ritmo descompassado e potenciais ruídos que possam fazer-se notar. Por exemplo, caso a direção vibre, é possível que tenha a caixa solta ou, se ouvir um chiar muito característico, isto pode indicar que a correia de distribuição está deteriorada.

3. Atenção à quilometragem

Este é um problema clássico nos carros usados. Quilómetros adulterados dão, literalmente, uma pálida imagem do grau de desgaste do carro e das suas peças constituintes. Por isso, aconselhamos a que, caso note folgas na caixa de velocidades , estofos e volante em mau estado em “carros de garagem” com pouca quilometragem desconfie, estes não são indicadores de que se trata de um carro com poucos quilómetros.

Para tirar a limpo as suas inquietações, se se tratar de um carro usado com matrícula portuguesa, consulte o IMT e peça, referindo a matrícula e o motivo, uma certidão de inspeção para o veículo em questão (custa 30 euros), uma vez que este documento indicar-lhe-á a quilometragem verdadeira.

Caso se trate de um carro usado importado, consulte o VIN (Vehicle Identification Number – Número de Identificação do Veículo) que, na prática, é chamado “número do chassis”. Para confirmar a veracidade da quilometragem do veículo, vá, por exemplo, ao COC Europe, insira o VIN e descubra quantos quilómetros tinha o carro que pretende adquirir na última inspeção periódica que este fez no país de onde foi importado.


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