28 dicas para poupar (muito) dinheiro nas suas férias em 2026

Dicas práticas para poupar nas férias: voos, hotéis, IA para itinerários, cartões com cashback, eSIM, transportes, comida e cuidados antes de viajar.

Mala de viagem aberta com roupa de verão, mapa, telemóvel, cartão bancário, bilhetes e euros para planear férias mais económicas.

Poupar nas férias não exige privação. Exige decisões certas, no momento certo, com as ferramentas certas.

Algumas das dicas que se seguem podem fazê-lo poupar 20€ ou 30€. Outras conseguem cortar 200€ ou 300€ ao orçamento total. Deixei de fora as dicas óbvias do tipo “fique em casa” ou “leve sandes”. O objetivo é que possa relaxar, passear, comer bem e divertir-se ao mais baixo custo possível. 😎

Fica também o convite para que partilhe nos comentários as suas próprias dicas. Vamos a isto.

Planear a viagem com inteligência

É na fase de planeamento que se ganha ou se perde a maior parte do dinheiro. Decidir bem aqui vale mais do que cortar refeições durante toda a viagem.

1. Use a IA para construir um itinerário inteligente

Esta é uma das maiores poupanças que pode fazer antes de sair de casa. Em vez de gastar dias a abrir abas no Google Maps, peça a um assistente de IA, como o ChatGPT, que lhe prepare um itinerário otimizado pela proximidade entre pontos de interesse.

Um bom prompt poupa-lhe horas de pesquisa, dezenas de quilómetros desnecessários e várias refeições caras em zonas turísticas. Experimente algo como:

“Vou estar 4 dias em Roma, dia X a Y, fico no bairro Z. Gosto de história, comida local e jardins. Prepare-me um itinerário dia a dia que minimize deslocações, com sugestões de almoço a menos de 15€ por pessoa fora das zonas turísticas.”

Para esta tarefa, o plano gratuito do ChatGPT é mais do que suficiente. Não pague subscrição só para planear umas férias.

Mas se fizer um uso mais intensivo e precisar de subscrever o ChatGPT Plus, vale a pena conhecer o cartão Bybit. A partir do nível Beta, que exige 500€ de gastos mensais, o cartão pode dar reembolso em Rewards Points em subscrições digitais como ChatGPT Plus, Netflix, Spotify e Amazon Prime, sujeito aos limites do programa. Pode ser uma forma inteligente de recuperar parte ou a totalidade do valor dessas subscrições.

Nota: não confie a 100% no que qualquer IA lhe disser. Confirme sempre horários, preços, transportes, dias de encerramento e regras de entrada nos sites oficiais antes de fechar o itinerário.

2. Compare voos em vários sites antes de comprar

A primeira pesquisa raramente é a mais barata. Imagine que o voo de ida é mais barato na Ryanair, mas o de volta sai melhor pela EasyJet. Se só pesquisar num dos sites, está a perder dinheiro sem saber.

Use motores de comparação para ver tudo de uma vez: Google Flights, momondo, Skyscanner e eDreams. Compare datas vizinhas. Mexer um dia para a esquerda ou para a direita pode cortar 40€ ao bilhete.

3. O truque dos voos comprados em separado

Se viaja em grupo e o site mostrar uma mensagem do tipo “Só existem 3 lugares a este preço”, ao reservar para 4 pessoas, o sistema aplica a tarifa seguinte aos quatro passageiros.

Exemplo prático: Porto a Madrid a 20€ por pessoa, mas só restam 3 lugares a essa tarifa, sendo a seguinte de 40€. Se reservar 4 lugares de uma vez, paga 160€. Se reservar primeiro 3 e depois o quarto separadamente, paga 100€.

São 60€ poupados apenas por dividir a operação em duas reservas.

4. Avião, comboio ou autocarro? Deixe o Omio decidir

Para trajetos europeus, nem sempre o avião é o mais barato, sobretudo depois de bagagem e transfer do aeroporto. O Omio compara avião, comboio e autocarro num só ecrã, com horários e preços lado a lado.

Em rotas como Lisboa a Madrid ou Barcelona a Paris, a comparação muitas vezes surpreende.

5. Viaje fora da época escolar (se puder)

Para quem não tem filhos, esta dica sozinha pode poupar centenas de euros. Os preços de voos e hotéis nos destinos turísticos europeus podem variar 30% a 50% entre uma semana de junho e uma semana de agosto.

Se a sua agenda permite, evite julho e agosto. Final de maio, junho, setembro e início de outubro continuam a oferecer praia em Portugal e em Espanha, com preços bem mais simpáticos.

Reservar alojamento sem surpresas

O alojamento é frequentemente a maior fatia do orçamento. A regra é simples: nunca reserve sem comparar e nunca reserve sem opção de cancelamento gratuito.

6. Reserve com cancelamento gratuito (e telefone ao hotel a seguir)

No Trivago consegue encontrar milhares de quartos com cancelamento gratuito até dias antes da chegada. Faça a reserva mais barata que encontrar online com essa opção. Se mais tarde encontrar melhor, cancela e reserva o novo. Custo zero.

E aqui vai o truque pouco usado: depois de ter o melhor preço online, telefone diretamente para o hotel. Diga que tem uma reserva a determinado preço e pergunte se conseguem fazer melhor para uma reserva direta. Já me aconteceu, em pleno telefonema apenas para esclarecer uma dúvida, ouvir o funcionário do hotel propor um preço abaixo do que estava no Booking.

O hotel poupa a comissão. Você poupa dinheiro. Toda a gente fica a ganhar.

7. Pruvo, o cão de guarda dos preços de hotel

Reservou um hotel convencido de que fez o melhor negócio possível. Dias antes do check-in, o preço cai 30%. Frustrante, certo?

O Pruvo monitoriza 24 horas por dia o preço da reserva que já fez. Quando deteta o mesmo quarto, com as mesmas condições, mais barato, avisa-o por email. Depois, se ainda estiver dentro do prazo de cancelamento gratuito, é você que cancela a reserva antiga e faz a nova. Saiba mais no artigo dedicado ao Pruvo.

Funciona melhor com hotéis grandes em plataformas conhecidas. Em pequenas pousadas e apartamentos, raramente há descida de preço que justifique o esforço.

8. Airbnb continua a valer a pena, mas com avisos

A Airbnb tem casas e quartos em quase todo o mundo. Comparado com hotel, costuma sair mais em conta para famílias e estadias mais longas, sobretudo porque tem cozinha (e isso permite poupar em refeições).

Importa, no entanto, deixar uma nota honesta: nas grandes cidades europeias, com taxas de limpeza, taxas turísticas e regulamentação de alojamento local, a Airbnb deixou de ser automaticamente mais barata do que um hotel equivalente. Compare sempre no Trivago antes de reservar, sobretudo em Lisboa, Porto, Paris, Roma e Barcelona.

Pode ler também o relato da minha primeira experiência com a Airbnb, que foi bastante positiva e económica.

9. Wimdu, alternativa menos óbvia ao Airbnb

A Wimdu é uma plataforma de alojamento local que opera há vários anos, hoje integrada no grupo HomeToGo. Tem inventário em Portugal e em vários destinos europeus.

Não tem a escala da Airbnb, mas vale a pena dar-lhe uma vista de olhos: por vezes encontra o mesmo apartamento com preço diferente ou descobre uma propriedade que ainda não está listada nas plataformas mais conhecidas.

10. Hospedar-se num albergue (e não, não é só para mochileiros)

Os albergues modernos pouco se parecem com a imagem antiga de dormitórios cheios de turistas de mochila às costas. Hoje, muitos têm quartos privados, casas de banho próprias, pequeno-almoço incluído e localizações centrais por uma fração do preço de um hotel.

Procure no HostelWorld ou diretamente no Booking. Para quem fica em Portugal, espreite o nosso guia de albergues em Portugal.

11. Atenção às taxas turísticas (a fatura final pode ser maior do que pensa)

A taxa turística é um custo escondido na altura da reserva. Em algumas cidades europeias já passou os 10€ por pessoa por noite, o que para uma família de quatro pessoas em sete noites significa quase 300€ extra à chegada.

Antes de reservar, espreite o nosso artigo sobre onde as taxas turísticas já custam mais de 10€ por noite e ajuste o seu orçamento.

Pague no estrangeiro sem deitar dinheiro fora

Esta é a secção que a maioria dos portugueses ignora, e a que mais facilmente pode mudar a forma como faz contas no fim das férias.

12. Use cartões com menos comissões e, se possível, cashback

Pagar com o cartão habitual no estrangeiro pode custar-lhe entre 1% e 3% em comissões e câmbios desfavoráveis. Em mil euros gastos, são até 30€ a evaporarem-se em silêncio.

Os cartões a ter consigo:

  • Cartão Bybit: cashback até 10%, sem custos de manutenção, com possibilidade de reembolso integral de subscrições como Netflix, Spotify, Amazon Prime e ChatGPT Plus (a partir do nível Beta). Pode ser interessante pelo cashback e pelos reembolsos em subscrições digitais, mas confirme sempre as taxas aplicáveis antes de o usar fora da zona euro, porque podem existir taxas de câmbio e de conversão cripto.
  • Bleap Mastercard: cartão cripto com cashback em USDC e sem markup de câmbio segundo a plataforma. Pode ser interessante para pagamentos no estrangeiro, mas confirme sempre as condições atuais, limites e eventuais implicações fiscais antes de usar.
  • Revolut ou Wise: boas opções para pagar noutras moedas com taxas normalmente mais competitivas do que as dos bancos tradicionais. Atenção, no entanto, aos limites mensais, às taxas de fim de semana e às comissões de conversão aplicáveis em cada plano.

A regra de ouro: leve sempre dois cartões consigo, idealmente de bandeiras diferentes (Visa e Mastercard), para o caso de um falhar ou ser bloqueado num pagamento no estrangeiro.

13. Inscreva-se em plataformas de cashback antes de reservar

Reservar voos, hotéis e aluguer de carros através de plataformas de cashback devolve-lhe uma percentagem do valor gasto. Sem fazer mais nada além de aceder à loja online através do link da plataforma.

As que recomendo ter inscritas:

Instale a extensão de cada uma no Chrome ou no Firefox. Quando entrar numa loja parceira (Logitravel, Agoda, Europcar, Pestana, eDreams), a extensão avisa-o do cashback disponível. As percentagens variam de plataforma para plataforma, e por isso compensa estar registado em mais do que uma. Saiba como tirar o máximo proveito destas plataformas no guia da magia do cashback.

14. No terminal, escolha sempre a moeda local

Esta é daquelas pequenas decisões que parecem irrelevantes, mas que podem custar-lhe dinheiro em quase todos os pagamentos fora da zona euro.

Imagine que está em Londres, em Marrocos, na Turquia ou nos Estados Unidos. Vai pagar com cartão e o terminal pergunta se quer pagar em euros ou na moeda local. A tentação é escolher euros, porque parece mais simples. Mas, na maioria dos casos, é a pior escolha.

Quando escolhe pagar em euros, está normalmente a aceitar a conversão feita pelo próprio terminal, pelo comerciante ou pelo prestador do pagamento. Essa conversão costuma trazer uma taxa de câmbio menos favorável. Ou seja: vê o valor em euros no momento, mas pode estar a pagar mais por isso.

A regra prática é esta: fora da zona euro, escolha quase sempre pagar na moeda local. Depois, deixe que a conversão seja feita pelo seu cartão, sobretudo se estiver a usar um cartão com boas condições de câmbio, como Revolut, Wise ou outro cartão pensado para viagens.

O mesmo se aplica a levantamentos em caixas automáticas. Se a máquina perguntar se quer fazer a conversão para euros, recuse a conversão e avance na moeda local. O valor final costuma ser melhor quando é o seu cartão a tratar do câmbio.

15. Voo atrasado ou cancelado? Peça compensação

Se nos últimos três anos teve um voo com mais de três horas de atraso à chegada, cancelado ou com recusa de embarque, pode valer a pena verificar se tem direito a compensação. Atenção: nem todos os casos dão direito a pagamento, sobretudo quando existem circunstâncias extraordinárias.

Em Portugal, deve reclamar primeiro junto da companhia aérea. Se não houver resposta no prazo de 6 semanas, ou se a resposta não for satisfatória, pode apresentar reclamação à ANAC no prazo máximo de 3 anos a contar da data do voo.

Uma forma simples de tratar do processo é através da AirHelp, que trata da burocracia por si e só cobra se conseguir garantir a compensação. Atenção apenas à comissão: no modelo standard, a AirHelp fica com uma parte do valor recuperado. Veja o nosso guia da AirHelp para saber o passo a passo.

Conectividade e transportes no destino

16. eSIM em vez de roaming (a poupança que ninguém valoriza o suficiente)

Esta dica é particularmente relevante para quem viaja para fora da União Europeia, onde o “roaming como em casa” pode não se aplicar. Ativar dados móveis sem consultar primeiro os preços pode sair caro: algumas operadoras cobram tarifas diárias, outras têm pacotes específicos por país, e os valores variam bastante conforme o destino e o tarifário.

Um eSIM de plataformas como Airalo, Holafly ou Saily custa, em média, entre 10€ e 30€ para uma semana de dados, dependendo do destino e do volume contratado. Ativa-se em minutos no telemóvel, sem trocar o seu cartão SIM principal, e mantém o seu número português ativo para receber chamadas e SMS importantes.

Uma família de quatro pessoas a poupar dez euros por dia em sete dias = 280€ que ficam no bolso.

17. Chame um Uber para se mover na cidade

Nem sempre compensa, mas convém ter esta alternativa em conta. Pela minha experiência, o Uber compensa mais quando tem pessoas suficientes para encher um carro. Nestas situações, o preço total fica frequentemente abaixo do somatório de bilhetes individuais de comboio ou autocarro. E o conforto fica a ganhar.

18. Compare o serviço de transfers da Ryanair e do Booking

Da primeira vez que vi o serviço de transfers da Ryanair, pensei “lá está a Ryanair a tentar arrancar mais dinheiro”. Depois fiz contas e percebi que, no meu caso, valia bem a pena.

Antes de assumir que o táxi à porta do aeroporto é a melhor opção, faça duas simulações: Ryanair Transfers e Booking Taxi. A diferença para o táxi avulso pode ser brutal, sobretudo em horas mortas.

19. Aluguer de carros: poupe procurando bem

No aluguer de carros, a diferença entre a primeira plataforma que aparece no Google e a quinta pode chegar aos 40%. Compare sempre.

A minha recomendação principal é o Discover Cars. Já o usei na Madeira e em São Miguel e correu tudo na perfeição: preços muito competitivos, processo simples e zero surpresas no balcão. Se quiser saber mais sobre como funciona, leia o artigo dedicado em que explico como poupei com esta plataforma.

Para alugar a particulares (carros de habitantes locais a preços mais baixos), tem ainda a Getaround, disponível em vários países europeus, incluindo França, Espanha, Alemanha, Bélgica, Áustria e Noruega.

Se decidir alugar carro ou viajar no seu próprio, lembre-se de que existem objetos que não deve deixar dentro do carro, especialmente em dias de muito calor.

Comer e desfrutar do destino

20. Aproveite (a sério) o pequeno-almoço do hotel

Parece óbvio, mas há quem pague pequeno-almoço no hotel e depois durma até ao meio-dia. Se está incluído na estadia, está pago. Programe o despertador e apareça lá.

E há um truque adicional: deixe o pequeno-almoço para o mais tarde possível. Sai saciado até às três ou quatro da tarde e consegue saltar o almoço pago.

21. Leve um jarro purificador ou garrafa com filtro

Em destinos quentes, hidratar-se com água engarrafada pode custar facilmente 15€ por dia para uma família. Uma garrafa com filtro ou um jarro purificador resolve o problema.

Atenção apenas: há destinos onde nem mesmo a filtrar a água da torneira fica própria para consumo. Confirme antes de partir e, na dúvida, não arrisque.

22. Substitua algumas refeições por batidos

Pode rir-se à vontade desta dica, mas funciona. Os batidos substitutos de refeição saciam, são nutritivos, muito práticos e a refeição raramente custa mais de 2,50€.

Se vai uma semana para um destino especial em termos gastronómicos, não tem necessariamente de “experimentar a gastronomia local” em todas as 21 refeições. Substitua dois ou três almoços e use-os para levar para a praia, para a caminhada ou para o passeio. Poupa dinheiro e ganha conveniência.

23. Tudo-incluído? Faça as contas antes de decidir

À partida, o regime de tudo-incluído fica mais caro. Mas, dependendo do tipo de férias que pretende, pode compensar.

Para férias de relaxamento dentro do hotel, com piscina, ginásio e pouca vontade de sair, o tudo-incluído costuma valer cada cêntimo. Para férias de descobrir cidades e arredores, em que sai cedo e volta tarde, faz menos sentido.

Truque adicional: estando em regime de tudo-incluído, pergunte se podem preparar uma marmita para os dias em que sai. Já estive em hotéis que punham a refeição em embalagens estilo Happy Meal sem cobrar mais um cêntimo.

24. Aprenda a regatear (em destinos onde se regateia)

Em Marrocos, na Tunísia, no Egito, na América do Sul ou nos bazares asiáticos, regatear não é falta de educação. É parte do ritual de comprar.

Quem vai sem saber regatear costuma pagar duas, três ou quatro vezes o preço justo. Veja as nossas dicas para regatear preços antes de pôr o pé num souk em Marraquexe.

25. Aproveite as visitas guiadas gratuitas

Sim, gratuitas. As free tours existem em quase todas as cidades turísticas do mundo. Encontra um guia local, faz a visita e dá no fim a gorjeta que achar justa.

Algumas plataformas onde reservar:

26. Use a Tiqets para evitar filas

Tempo é dinheiro, e em férias é dinheiro caro. A Tiqets deixa-o reservar bilhetes para atrações no telemóvel, mesmo à última hora, sem ter de imprimir nada. No Coliseu, no Vaticano ou na Sagrada Família, pode poupar duas ou três horas de fila por visita.

Antes de partir, dois cuidados que ninguém quer pensar

27. Cartão Europeu de Seguro de Doença (gratuito, válido três anos)

Se ainda não tem, peça já o seu Cartão Europeu de Seguro de Doença. É gratuito, demora 5 a 7 dias úteis a chegar e dá-lhe direito a tratamento na União Europeia, Islândia, Liechtenstein, Noruega, Suíça e Reino Unido nas mesmas condições que os residentes locais.

Se não chegar a tempo, pode pedir um Certificado Provisório de Substituição, que é entregue em PDF por email e garante os mesmos benefícios.

Atenção: o Cartão Europeu de Seguro de Doença não substitui um seguro de viagem. Dá acesso ao sistema público de saúde nas mesmas condições dos residentes locais, o que pode incluir custos. Não cobre hospitais privados, repatriamento, bagagem perdida ou cancelamentos.

28. Proteja-se a si e à casa que deixa para trás

Ser assaltado nas férias arruína-as. E enquanto está fora, a sua casa fica vazia e à mercê de quem reparar.

Para o seu destino, leia as dicas para evitar ser assaltado quando viaja e como evitar que a sua mala de viagem seja roubada.

Para a sua casa em Portugal, durante o período em que o serviço estiver disponível, pode pedir vigilância policial gratuita pela Operação Verão Seguro da GNR e da PSP. O pedido deve ser feito com antecedência, idealmente pelo menos 48 horas antes da ausência. Quando o formulário estiver disponível, são poucos minutos que podem ajudar a deixar a casa mais protegida.


Partilhe nos comentários as suas próprias dicas. Boas (e poupadas) férias. 🙂


Este conteúdo foi publicado originalmente em: 26/05/2018


6 Comentários

  1. Olá, adorei as dicas!!!! Não imaginava que havia tanto serviço na internet assim tão úteis. Principalmente o PRUVO, parece ser um “must use” para poupar dinheiro em reservas de hotéis.
    Achei curioso não falarem aqui do Trivago, por exemplo. Mas talvez seja por não querem falar de sites mais conhecidos.

    1. Obrigado Carla pelo teu comentário! 😉
      Até podia ter mencionado o Trivago, é mais um comparador de preços a ter em conta. 🙂

  2. Tem aqui algumas dicas interessantes, outras de senso comum (mas é sempre bom relembrar). Sobre o Pruvo, referido acima, queria dizer que funciona muito bem para hotéis de média ou grande dimensão que estejam listados em várias plataformas de reservas, mas não resulta para pequenas pousadas ou apartamentos. Grande abraço e boas viagens.

    1. Obrigado Filipe pelo comentário e pela opinião acerca do Pruvo. Parabéns pelo teu blog, já o sigo há algum tempo! Grande abraço 😉

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